O Edifício-Monumento está fechado para obras de restauro e modernização

Exposições

  • Em cartaz

 

  • Museu do Ipiranga para Todos

  • no Memorial da Inclusão   -   3/ago a 30/set/2017 

 

503 Maquete tátil do Edifício-Monumento do Museu do Ipiranga

 

A exposição Museu do Ipiranga para Todos é fruto de uma parceria com o Museu Paulista da USP com o Memorial da Inclusão. O Serviço Educativo do Museu do Ipiranga propôs ao Memorial da Inclusão uma mostra temporária com o acervo acessível utilizado nas ações educativas, a Museu do Ipiranga para Todos. A exposição apresentará a arquitetura do Edifício-Monumento, as ações educativas desenvolvidas pela instituição, os materiais acessíveis, bem como refletir acerca do morar paulistano e da reabertura do museu prevista para 2022. Todas as obras são táteis, há audiodescrição, textos impressos em dupla leitura e displays expositivos acessíveis

Inauguração: 02.08 (quarta-feira), às 15h30min. Em cartaz: 03 de agosto a 30 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h e aos sábados das 13h às 17h, exceto feriados. <Saiba mais>

 

 

  • Estamos Aqui! Bandeirante: um personagem em debate

  • na fachada do Edifício-Monumento do Museu do Ipiranga   -   18/mai a 6/set/2017


467

A exposição é composta por painéis que contam a história do Museu, as atividades que desenvolve na pesquisa, cultura e extensão, e a partir de datas comemorativas, reproduções do variado acervo da instituição. A mais recente propõe um debate crítico sobre o papel do Bandeirante na história brasileira a partir das diversas obras de nosso acervo. Os painéis ficam expostos na fachada do Edifício-Monumento, dentro do Parque da Independência. O Parque funciona diariamente, das 5h às 20h. Saiba mais

 

 

  

 

 

  • Exposições anteriores

 

  • Minha coleção é de...

  • no Museu Republicano de Itu   -   14/jan/2017

 

 

387 Prática que remonta ao período do Renascimento, o colecionismo de pinturas, moedas, medalhas e esculturas, empenhado por reis e rainhas europeus, tornou-se popular e hoje está associado a muitas práticas de consumo.

A exposição explora o hábito de colecionar na infância a partir de quatro coleções, duas particulares e duas pertencentes ao Museu Paulista:

- a coleção de Sergio Silva, com brinquedos, animais e personagens em miniatura, vendidos junto com o chocolate Kinder Ovo;

- a coleção de André Borrego, de miniaturas de animais da fábrica alemã Scheich;

- a coleção “Helouise Costa”, recém-adquirida pelo Museu Paulista, de brinquedos, animais e personagens em miniatura;

- e os álbuns de figurinhas das décadas de 1930 e 1940 pertencentes ao acervo do museu.

 

  • Fios do Passado

  • no Museu Republicano de Itu   -   24/set/2016

389

A Exposição Fios do passado é o resultado de uma experiência estética e histórica desenvolvida pela fotógrafa Pola Fernandez junto ao Grupo de Mulheres Negras Saltenses Nyota.São 20 fotografias impressas em tecido e bordadas com fios e adereços, bem como um painel artístico retratando um navio negreiro em que serão fixados trechos bordados das poesias de Castro Alves.Acompanha a exposição o documentário “Mulheres Bordadas – Fios do Passado”, sob direção da cineasta Lilian Solá Santiago, que aborda aspectos da história e da subjetividade das mulheres negras na cidade paulista de Salto.A abertura contará com a participação especial do Coral Vozes Afro de Salto e a leitura pública de poemas feitos por alunos da cidade de Itu.

A Exposição Fios do passado é o resultado de uma experiência estética e histórica desenvolvida pela fotógrafa Pola Fernandez junto ao Grupo de Mulheres Negras Saltenses Nyota.São 20 fotografias impressas em tecido e bordadas com fios e adereços, bem como um painel artístico retratando um navio negreiro em que serão fixados trechos bordados das poesias de Castro Alves.

Acompanha a exposição o documentário “Mulheres Bordadas – Fios do Passado”, sob direção da cineasta Lilian Solá Santiago, que aborda aspectos da história e da subjetividade das mulheres negras na cidade paulista de Salto.

A abertura contará com a participação especial do Coral Vozes Afro de Salto e a leitura pública de poemas feitos por alunos da cidade de Itu.

 

  • Coleções em Diálogo: Museu Paulista e Pinacoteca de São Paulo

  • na Pinacoteca de São Paulo   -   25/jan/2016 a 30/jan/2017

504

 

Dando continuidade à programação especial que comemora o aniversário de 110 anos da Pinacoteca de São Paulo, que pertence à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o museu inaugura dia 25 de janeiro a exposição ‘Coleções em diálogo: Museu Paulista e Pinacoteca de São Paulo’, que remete à origem comum de ambas as instituições e às características de suas coleções, já que a Pinacoteca nasce da transferência em 1905 de 20 obras reunidas pelo Estado de São Paulo na galeria artística do Museu Paulista, inaugurado em 1895 e conhecido também como Museu do Ipiranga.

A mostra possibilita também ao público ver ou rever importantes peças do Museu Paulista, que atualmente, em função dos trabalhos de restauro e modernização do edifício-monumento, encontra-se fechado à visitação.Segundo Valéria Piccoli, curadora da mostra com Fernanda Pitta, esse diálogo pretende reforçar as relações entre os dois acervos, iluminando-os mutuamente. São cerca de 50 obras, entre pinturas, desenhos, fotografias e objetos, assinadas por artistas como Antônio Parreiras, Benedito Calixto, Adrien van Emelen, Oscar Pereira da Silva, João Baptista da Costa, Antônio Ferrigno, Henrique Bernardelli, Rodolfo Amoedo entre outros, que ajudam a compreender essa história comum e seus desdobramentos. 

“As duas instituições estão intrinsecamente ligadas em sua criação, mas, ao longo da sua história, desenvolvem suas coleções por caminhos distintos: a Pinacoteca se firmando como um museu de arte, em especial brasileira, e o Museu Paulista como um museu de história, dedicado também à memória e à cultura material.A mostra traz obras de destaque da coleção do Museu Paulista, em especial aquelas de cunho histórico, encomendadas para a decoração do edifício”, disse Piccoli, também curadora-chefe da Pinacoteca. 

Destaque fica para as pinturas ‘Inundação da Várzea do Carmo’ (1892), de Benedito Calixto, a primeira aquisição do governo republicado de São Paulo, e ‘Ciclo da caça ao índio’ (1925), de Henrique Bernardelli, uma das encomendas do então diretor da instituição, Affonso Taunay, para a decoração da escadaria monumental do Museu, e importantes testemunhos da produção artística da virada dos séculos XIX e XX.

A mostra permanece em cartaz até 30 de janeiro de 2017 no 2º andar da Pinacoteca – Praça da Luz, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira, das 10 às 17h30 – com permanência até às 18h – e o ingresso custa R$6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes. A exposição tem o patrocínio da Trail Infraestrutura e da Cielo, que é incentivadora das ações do Núcleo de Ações Educativas da Pinacoteca, como o Programa de acessibilidade para pessoas com deficiência.